Salvador, 24 de novembro de 2014

Economia de análise

Data: 23/11/2014
09:23:19

Do jornalista Vítor Hugo Soares, editor do site Bahia em Pauta, sobre a possibilidade de o inquérito da Operação Lava-jato passar da 13ª Vara Criminal Federal, no Paraná, para o Supremo Tribunal Federal: “De Moro a Lewandowsky”.

Zé Neto pode ter secretaria visando Feira

Data: 23/11/2014
09:15:19

Ao lado da capital, a conquista de Feira de Santana é um dos principais objetivos do PT nas eleições de 2016, já estando praticamente escalado o deputado Zé Neto, líder do governo, para a tarefa, segundo rumores no meio político.

Além da naturalidade da candidatura, pois é o grande nome local do partido e já tentou em outras oportunidades, Zé Neto se inspira no fracasso da gestão do prefeito José Ronaldo (DEM), que o derrotou dois anos atrás, e nas vitórias de Dilma Rousseff e Rui Costa no município.

O caminho do parlamentar seria pavimentado com a nomeação para uma importante secretaria, com recursos e capacidade de realizar obras, mas poderia ser a Casa Civil, que teria, de certa forma, ascendência sobre as demais pastas, a chamada "transversalidade".

A saída de Zé Neto da Assembleia Legislativa teria a faculdade de levar de volta o simpático e socialmente atuante Bira Corôa, que ficou na primeira suplência. E a liderança do governo passaria para Joseildo Ramos, apontado como “homem de confiança de Rui Costa”.

Governo tem nomes fortes para continuar

Data: 23/11/2014
09:13:10

A respeito da formação do secretariado, um deputado governista muito próximo das mais altas esferas de poder assegura: tudo que se disse sobre o assunto com ares definitivos “é chute”.

Atendendo, porém, a insistentes pedidos, pois, mesmo estando na cúpula nada ouviu de concreto, dispôs-se a fazer o que definiu como “mera especulação” sobre os nomes que ele acha que permanecerão no governo.

O primeiro, claro, é o secretário da Fazenda, Manoel Vitório, que “é melhor que Carlos Martins e Petitinga [secretários anteriores], melhorou a arrecadação do Estado e ainda chefia a equipe de transição”.

Coordenador político do governo, Cícero Monteiro hoje está na Secretaria de Relações Institucionais, onde pode até não ficar, mas “vai para algum lugar”.

Lugares garantidos teriam ainda o secretário da Educação, Osvaldo Barreto, amigo do governador eleito, e o secretário da Indústria e Comércio, James Correia, arrecadador da campanha, que “só não fica se não quiser”.

Indagado se há possibilidade de ser nomeado para o secretariado algum deputado estadual, a fonte foi severa com os colegas: “Não vejo perfil em nenhum, até porque Rui tem dito que quer técnicos competentes no governo”.

Tal e qual

Data: 23/11/2014
09:11:20

A ministeriabilidade do governador Jaques Wagner é tanta na imprensa que lembra o suposto eterno carisma e poder eleitoral do ex-prefeito João Henrique.

Melhor evitar

Data: 23/11/2014
09:10:44

A propósito, recomenda-se aos jornalistas em geral não continuar insistindo na tese de Wagner vir a ser o presidente da Petrobras.

Membro do Conselho de Administração que aprovou a compra da refinaria de Pasadena “sem conhecer” os termos da operação, sua nomeação seria politicamente temerária.

Larga experiência

Data: 23/11/2014
09:09:55

Afirma prestigiado jornal de circulação nacional que a indicação do governador baiano para a estatal é do ex-presidente Lula. O mesmo que nomeou José Sérgio Gabrielli para o cargo.

Erro de cálculo

Data: 23/11/2014
09:09:02

Doloroso ver o velho combatente da democracia Domingos Leonelli às voltas com traições de figuras políticas, afinal, de muito menor estatura que a dele.

Forjou-se na clandestinidade do Partido Comunista Brasileiro, o Partidão, do qual, embora nunca tenha sido alto dirigente, foi membro importante na Bahia.

Um camarada de militância qualifica-o como “um tanto indisciplinado” e diz que “tinha déficits teóricos, dado muito considerado na estrutura partidária, embora fosse capaz de boas análises de conjuntura”.

Fato é que, vendo seu calvário no PSB, conclui-se que se meteu com parceiros pouco recomendáveis.

Respeitando as proporções e a natureza de erros que hajam cometido, mal comparando mesmo, lembra o esparro em que caiu José Dirceu ao aliar-se a Roberto Jefferson.

Saudade de João Alves

Data: 23/11/2014
09:07:34

Bons tempos aqueles, do escândalo dos anões do orçamento, quando José Carlos Alves dos Santos tinha apenas dois milhões e meio de dólares numa parede falsa.

Hoje a conversa é de bilhão pra cima. É a inflação da corrupção.

Guerra ao homem do dinheiro

Data: 23/11/2014
09:06:51

Veem-se figuras de proa da imprensa baiana – na radiofonia, jornais e meios digitais – desejarem ardentemente a queda do secretário municipal da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, tratado até com deselegância por valentões de ocasião.

Entretanto, nos bastidores da administração municipal, mesmo com os “quem sabe” do prefeito ACM Neto, a informação é de que o homem faz parte do núcleo duro – e vejam: “duro” aí não tem o sentido de sem dinheiro.

Ativista assassinado

Data: 23/11/2014
09:06:02

Integrante do Movimento dos Sem Teto de Salvador, Alexander Marcone desapareceu no dia 4 e teve seu corpo encontrado, baleado, uma semana depois, na Vila Metrô, na BR-324, em crime que seus companheiros definem como “político”.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios e será levado também à Secretaria da Justiça, Cidadania  e Direitos Humanos. A vítima lutava contra fraudes no programa Minha Casa, Minha Vida.

Vaquejada, patrimônio pra lá de material

Data: 22/11/2014
08:11:58

É estranho que o vereador e deputado eleito Marcell Moraes (PV) apenas tenha “disparado contra a bancada ruralista”, como disse sua assessoria, e não anunciado uma medida judicial contra a lei aprovada pela Assembleia Legislativa elevando as vaquejadas à categoria de “patrimônio imaterial” da Bahia.

Não se sabe se o vereador subiu na carreira política por esse tipo de discurso, mas não é assim que vai impedir que os animais sofram maus-tratos em eventos festivos nos quais são perseguidos, laçados, derrubados e, possivelmente, feridos.

Vaquejada não é patrimônio imaterial coisa nenhuma. Envolve patrocínios, venda de ingressos, negócios pecuários, sem falar na miudeza dos comes e bebes de três dias, às vezes, semanas inteiras. Aliás, é o próprio Marcell quem enxerga por trás a ação de empresários “financiadores de campanhas eleitorais”.

A posição do vereador é privilegiada para agir com vigor contra tal iniciativa, e uma causa nobre não deve ser apenas vocalizada por seus legítimos agentes, mas abraçadas, neste caso, com o carinho dos que se dispõem a representar os incapazes.

Nau sem rumo

Data: 22/11/2014
08:10:21

Não se sabe o que será da futura bancada da oposição na Assembleia Legislativa. Sem demérito para os demais, perdeu quatros ativos integrantes ao longo das últimas legislaturas.

Foram eleitos deputados federais o líder Elmar Nascimento (DEM), João Carlos Bacelar (PTN) e Paulo Azi (DEM). Não disputou a reeleição Carlos Gaban (DEM).

Antiguidade é posto

Data: 22/11/2014
08:08:48

Após o apoio do PCdoB a à reeleição do presidente Marcelo Nilo, informa-se que o partido manterá o lugar na Mesa Diretora, a terceira secretaria, ocupada pelo deputado Fabrício Falcão.

Se é que se pode dizer assim, ele deu a sorte de seus dois companheiros de bancada – Álvaro Gomes e Kelly Magalhães – não terem sido reeleitos.

Os dois que chegaram – Crissóstomo Zó e Raimundo Nonato Bobô – não vão querer, na condição de novatos, aspirar à vaga.

Universidade fica sem terreno em LEM

Data: 22/11/2014
08:07:46

Informa Carlos Sampaio, do Jornal O Expresso, que a Câmara de Luís Eduardo Magalhães rejeitou a doação, à Universidade Federal do Oeste da Bahia, de 55 hectares para implantação do que seria “o maior campus universitário da Bahia”, a dez quilômetros do centro da cidade.

Os vereadores, segundo o veículo, “protagonizaram uma das piores, senão a pior página da história do legislativo eduardense”, pois um mês antes, em primeira votação, tinham aprovado a doação por unanimidade.

A súbita mudança foi atribuída a “interesses financeiros contrariados pelo Executivo”, o que gerou reação da bancada situacionista, enquanto “a oposição embarcou na picuinha e também votou contra, com exceção de Claudionor Machado”.

Dupla felicidade

Data: 22/11/2014
08:06:18

Feliz é o jornalista Nestor Mendes Júnior, em que meio a tantos pretendentes ao cargo, procurado pela imprensa, diz que não é candidato a presidente do Bahia.

E mais feliz ainda porque, apesar do sobrenome, nada tem a ver com a empreiteira, que temporariamente está com alguns diretores fora de circulação.

PTN disputa Câmara, mas não anuncia Muniz

Data: 22/11/2014
07:14:45

Invocando acordo feito em 2013, que previa o rodízio no comando da Câmara Municipal, o PTN divulgou nota para anunciar que disputará a presidência da Casa, mas sem apontar como candidato o principal postulante, vereador Carlos Muniz.

No texto, o partido respalda a decisão também no fato de ter “a maior bancada de sustentação do prefeito ACM Neto (DEM), com cinco vereadores”.

Participaram da reunião o presidente regional, deputado João Carlos Bacelar, os vereadores Alan Castro, Carlos Muniz, Kiki Bispo, Tiago Correia e Toinho Carolino, além do suplente Beca, que assumirá a cadeira de Castro, eleito para a Assembleia Legislativa.

"Frente" improvável entre PT e PTN

Data: 21/11/2014
16:25:33

No meio político, especialmente nos períodos de grandes decisões, é costume surgirem as mais diversas “notícias”, sob formas que variam da “denúncia” aos “fatos novos”, das ameaças – estas sem aspas – às “articulações”.

É o caso da especulação que frequenta a imprensa há umas duas semanas, sobre uma vinculação entre as eleições para presidente da Assembleia Legislativa e da Câmara Municipal de Salvador.

Num processo com cenários análogos, o vereador Carlos Muniz (PTN) é candidato a presidente da Câmara contra as pretensões de reeleição do colega Paulo Câmara (PSDB). Na Assembleia, o deputado Rosemberg Pinto (PT) tenta romper a série de mandatos de Marcelo Nilo (PDT).

O plano é equilibrado: um acordo de apoio recíproco entre forças que se imaginavam opostas somaria na Câmara os nove votos do PT com os cinco do PTN e, na Assembleia, os 11 do PT com os três do PTN.

A tese, no entanto, tem alguma fragilidade, a começar pela instabilidade nas bancadas estadual e municipal, nas quais se veem claras demonstrações de divisão, mesmo para quem não se aventura nos detalhes da política em voga na capital.

Na Assembleia, por exemplo, não se sabe como ficaria o deputado Carlos Geilson (PTN) votando num petista, ainda que secretamente. E não é certo que a ofensiva na Câmara conseguisse a unanimidade do “aliado”.

Acordo com derrota prévia não serve

Data: 21/11/2014
16:22:34

Muniz já brigou da outra vez pela presidência, mas não teve respaldo do então prefeito eleito ACM Neto, ligado por cima ao PTN em razão de sua proximidade com o presidente estadual, João Carlos Bacelar, deputado que terminou secretário da Educação e agora elegeu-se para a Câmara federal.

É justamente isto – a saída de Bacelar do cargo em julho de 2013, praticamente um ano antes da expectativa, envolto em polêmicas um tanto surdas – que motiva o PTN a pedir uma compensação, embora tardia, para aquela considerável perda.

A este blog, o deputado Bacelar disse que jamais houve qualquer conversa para um acordo englobando as duas votações internas dos Legislativos estadual e municipal.

E faz sentido, por um motivo simples: por que interessaria ao PT o entendimento se seu candidato está previamente derrotado na Assembleia?

Nesse aspecto, aliás, a postura prospectiva da oposição é jogo de cena. Ninguém vai de petista, o homem é Marcelo Nilo.

Assunto sensível desses, quando já se aproxima dezembro, vêm aí as festas, dá a impressão de que vai estender-se até o fim do ano, considerando que a eleição na Câmara é em 2 de janeiro, um mês antes da da Assembleia.

Camicase de capacete

Data: 21/11/2014
16:19:48

Carlos Muniz tem a alma meio camicase. Em março de 2013, curtindo a ressaca da preterição, disse que Neto havia prometido não se meter e por trás trabalhava para Paulo Câmara.

Amenizava declaração do mês anterior, esta ao vivo, de passagem pela Assembleia Legislativa, segundo a qual “quem tem com que me pagar não me deve nada”.

Agora, o prefeito está com o PTN, não tem nenhum problema com o PTN, nem com os vereadores do PTN ou com o presidente-deputado do PTN, como dito largamente na imprensa.

Resta esperar para ver se, novamente escanteado num processo que aparentemente o exclui a priori, Muniz vai detonar o encouraçado ou, no último momento, arremeterá.

Para não restar dúvida

Data: 21/11/2014
16:18:20

Se Deus desejar mesmo, de forma indubitável, provar a todos os ateus – entre os quais não se inclui este editor – Sua existência, basta-Lhe eleger o deputado Sargento Isidório presidente da Assembleia Legislativa.

Mas o mais provável é que Deus não queira se meter nessa história, pelo menos nesta eleição.

Um nome ao mundo

Data: 21/11/2014
15:52:20

Uma onda de patriotismo onomástico nos assalta quando ficamos sabendo que a encarnação da nobreza espanhola, a recentemente falecida Duquesa de Alba, chamava-se Cayetana Fitz-James Stuart y ...Silva!

Resistência de Rosemberg tem prazo de validade

Data: 20/11/2014
13:39:15

A aposta nos bastidores da Assembleia Legislativa, agora, é para saber quando o deputado Rosemberg Pinto, líder do PT, retirará a candidatura a presidente da Casa e manifestará o apoio de seu partido a mais uma reeleição do presidente Marcelo Nilo (PDT).

A sinalização para isso é a saída de cena do deputado Alan Sanches (PSD), com quem Rosemberg poderia contar numa eventual empreitada conjunta, mas a verdade é que, como dissemos em nota do dia 30, Sanches não teria, em sua própria bancada, o voto de seis, entre oito integrantes.

A reparar nas informações que temos dado até agora sobre esse processo sucessório, que paradoxalmente ensaia ser o mais tranquilo em oito anos, apenas o vice de Nilo, que supúnhamos ser o próprio Alan, mas terminou sendo o deputado Adolfo Menezes (PSD).

Vale ressaltar que, apesar de membro do partido do senador eleito Otto Alencar, Menezes, personalidade das mais autênticas no plenário da Assembleia, é um “nilista” irrevogável.

Dele se diz que, no quadro atual, seria o único nome, fora Nilo, com chance de disputar a presidência sem risco de derrota. Não foi preciso essa articulação porque a conjuntura ainda concorria para a a quarta reeleição do presidente.

O movimento de Sanches diminuiu, obviamente, o espaço de Rosemberg, a quem restará um bate-chapa, com boa vontade, duvidoso, mas de efeitos previsíveis. Confronto dessa natureza deixaria a futura presidência à vontade na administração de cargos reservados aos aliados.

PCdoB teve a primazia do apoio

Data: 20/11/2014
13:36:43

Não se sabe se fruto de reflexão interna ou conversa externa, mas o fato é que o minúsculo PCdoB descobriu “o caminho das pedras” ao ser o primeiro partido a formalmente alinhar-se a Marcelo Nilo, dele cobrando e obtendo compromisso de que não concorrerá a novo mandato em 2017.

No fundo, é o que desejam alguns deputados estaduais que se veem com chance de chegar à presidência da Casa ainda nesta legislatura, como o atual pretendente Rosemberg, o líder do governo, Zé Neto (PT), o próprio Sanches e – por que não? – o já citado Adolfo Menezes, que não deve se dar como fora do páreo.

Nilo compreendeu que esse era o único item de negociação disponível, e que, se resistisse, poderia dividir ou pelo menos afetar sua base, já que, para usar frase a que sempre recorre, aquela é uma “Casa de iguais, mas os iguais são diferentes”, ou seja, para muitos não dá mais para ficar na fila.

O entendimento do deputado Fabrício Falcão, único reeleito na bancada do PCdoB, é de que “não há por que deslocar um aliado leal o tempo todo, que sustentou a verdade da eleição dizendo que Rui Costa tinha vantagem, como veio a se comprovar”. Sobre o compromisso de ser esta a última reeleição, disse que “Marcelo é cumpridor da palavra”.

Governo reduz obstrução e aprova projetos

Data: 20/11/2014
05:58:51

Depois da retirada do projeto relativo à Dívida Ativa e à criação do Domicílio Tributário Eletrônico, além do que define as taxas pelo exercício poder de polícia no Estado e de prestação de serviços pelo Poder Executivo, para reduzir o tempo de obstrução, o governo conseguiu aprovar na Assembleia Legislativa as matérias que mais lhe interessavam na sessão de ontem.

Inicialmente, foi aprovada a lei de reestruturação do Corpo de Bombeiros, que permitirá, entre outras mudanças, o aumento do efetivo da corporação. Por volta das 20h40, embora tenham sido mantidos os pontos contestados pela oposição, foi a vez da lei de organização básica da Polícia Militar.

Obstrução estende horário da sessão

Data: 19/11/2014
18:49:43

A oposição segue com a estratégia da obstrução da votação dos quatro projetos da pauta – com foco, principalmente, no da PM, e as informações dão conta de que a sessão deverá estender-se pela noite.

Em recente pronunciamento, o deputado Gaban, que vem sendo o mais obstinado nas sessões de ontem e hoje, disse que não será aceita negociação para votação de projeto de algum deputado em troca da aprovação do projeto da PM.

Gaban deu a entender que o líder Zé Neto queria, nessas condições, dispensar formalidades regimentais para apreciação de um projeto do oposicionista Adolfo Viana que torna de utilidade pública uma vaquejada no interior.

Policiais vaiam líder

Data: 19/11/2014
17:32:37

O líder do governo, Zé Neto, furou a “greve” de oradores governistas para repetir o discurso que vem sustentando há muito tempo, de que os policiais militares exigem concessões que não foram efetivamente acertadas.

A categoria, segundo ele, assim como todo o funcionalismo estadual, teve expressivos ganhos no governo Wagner, ao contrário do que ocorreu nos anteriores. PMs e bombeiros presentes às galerias vaiaram o deputado ao final do pronunciamento de 11 minutos.

Assembleia inicia ordem do dia

Data: 19/11/2014
17:08:06

Foi iniciada há pouco a ordem do dia da sessão da Assembleia Legislativa, período desitnado à discussão e votação dos pareceres e matérias da pauta, na qual se destacam os projetos de lei 20.980/2014 e 20.981/214, que tratam, respectivamente da estruturação da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.

Outro projeto menos polêmico será apreciado pelos deputados: o de nº 20.965/2014, que define as taxas pelo exercício poder de polícia no Estado e de prestação de serviços pelo Poder Executivo.

Será votado também o projeto 20.971/2014, com medidas relativas à Dívida Ativa, como a dispensa de lançamento de débitos até o valor de R$ 460 e a criação do Domicílio Tributário Eletrônico, um canal de comunicação na internet entre a Secretaria da Fazenda e contribuintes.

Processos continuam

Data: 19/11/2014
17:06:26

O deputado Carlos Geilson (PTN) ressaltou outro ponto do acordo entre o governo e os policiais militares que não foi cumprido: a suspensão dos processos disciplinares relativos à última greve da corporação.

Projeto da PM a um passo da votação

Data: 19/11/2014
16:27:28

A Assembleia Legislativa caminha para aprovar hoje a lei de organização básica da Polícia Militar da forma como o governo quer, o que só não acontecerá se, eventualmente, sua bancada falhar.

Sem acordo entre as partes interessadas, apesar de meses de negociação, prevalecerá a tese do governo, de que o governador do Estado punirá diretamente casos disciplinares na corporação e, “excepcionalmente”, transferirá a responsabilidade ao secretário da Segurança Pública.

Da mesma forma, não serão atendidos os itens que, segundo associações representativas dos policiais militares, foram assegurados nos entendimentos para pôr fim à última greve da categoria, como o vale-transporte e o adicional de periculosidade.

A confiança dos governistas é tanta que a sessão foi convocada para uma quarta-feira, quando, de praxe, não há votação. Com pedidos de verificação de quórum feitos pelos oposicionistas Carlos Gaban e João Carlos Bacelar, houve duas tentativas de derrubá-la, a segunda há poucos minutos, sem êxito.

A bancada governista dispensa os discursos nos horários dos partidos e das lideranças, com o objetivo de abreviar o andamento. Oposicionistas usam a tribuna para marcar posição e postergar a definição, depois que o líder do governo, Zé Neto, recusou pedidos de retirada do projeto.

Sanches abre mão para Nilo

Data: 19/11/2014
07:44:03

A formalização ficou para hoje, mas a decisão já está tomada, com a desistência do deputado Alan Sanches (PSD) de disputar a presidência da Assembleia Legislativa.

A liturgia do processo foi um convite do presidente Marcelo Nilo (PDT) a Sanches para uma conversa em seu gabinete, em que, além do apelo, foi-lhe oferecida a vice-presidência da Casa.

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