Oposição invisível poderia aparecer de repente


A base de seu raciocínio está, principalmente, na economia. "Os governos - federal, estaduais e municipais - terão dificuldades, e o quadro de hoje pode não ser o de amanhã", afirmou. Ele lembra as divergências da área econômica com ministros por causa de despesas e até o recente desacordo entre o presidente Lula e o ministro Guido Mantega sobre investimentos em 2011.


"Só se fala em bilhões e mais bilhões, a expectativa é de muita gastança, mas essa não é bem a realidade que vão ter a presidente, os governadores e os prefeitos", sentenciou, citando o caso doméstico da Assembleia Legislativa, em que o secretário da Fazenda, Carlos Martins, sugeriu cortes no orçamento, gerando reação do presidente Marcelo Nilo.

Luís Augusto Gomes - Por Escrito

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